
Dr. Diego Tinoco Rodrigues — Médico Psiquiatra em Belo Horizonte
CRM-MG: 58241 | RQE: 37921 | Residência HC-UFMG
"Compromisso com uma psiquiatria ética, atenta e que respeita a singularidade de cada história."
Clínica Prazer em Viver
Hospital das Clínicas UFMG
Atualizações Internacionais (NEI, Harvard, etc)
*Role para conhecer minha trajetória completa.
Na imprensa
Participações e entrevistas em veículos de comunicação e na imprensa médica.
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Minha História
Olá! Meu nome é Diego Tinoco e neste espaço você vai conhecer mais sobre a pessoa responsável pelas postagens deste site. Vou lhe contar um pouco sobre mim e como cheguei à medicina e, então, à psiquiatria.
Eu nasci em 1987 na cidade de Curvelo, em Minas Gerais. Desde a infância, sempre fui muito esforçado, gostava de trabalhar e ganhar meu próprio dinheiro. Aos dez anos, eu ajudava meus pais em sua loja de roupas em Curvelo. Lembro-me muito das manhãs de trabalho aos sábados, seguidas pelas aulas de catecismo à tarde na Igreja da Bela Vista—bairro em que meus avós moram até hoje.
Além dos compromissos com o trabalho e a igreja, os sábados também eram dias de diversão. Era nesse dia que aconteciam as partidas de futebol com meus primos e amigos, das quais eu tanto gostava. Desde muito pequeno gostava do Cruzeiro e de ser goleiro. Com o passar do tempo, meu gosto pelo esporte aumentava e eu comecei a sonhar com o que a maioria dos meninos sonha: ser jogador de futebol profissional.
Comecei a treinar muito e a participar de vários campeonatos. Acordava de madrugada para viajar e jogar futebol em cidades próximas. O sonho e a vontade de jogar futebol eram muito fortes nessa época.
Aos 14 anos, já disputava o Campeonato Mineiro pelo Clube Maria Amália. Na última rodada, a surpresa: iríamos enfrentar o tão sonhado e admirado Cruzeiro. Essa era a minha oportunidade. Queria muito fazer uma bela partida, com belas defesas para, quem sabe, ser chamado para jogar no Cruzeiro.
Em certo momento da partida, um jogador cruzeirense chutou a bola bem de longe em direção ao meu gol. Lembro até hoje da bola vindo em minha direção. Eu não precisava pular nem mudar de posição. Bastava que eu colocasse as mãos para cima e defendesse a bola. Colequei as mãos para cima, mas a bola passou entre as minhas mãos e bateu no fundo da rede. Foi um verdadeiro “frango”.
Ainda era o primeiro tempo do jogo, e eu fiquei muito triste. A torcida me vaiava. Fui substituído ainda no intervalo. Desde aquele jogo, foquei meus esforços nos estudos. Feliz ou infelizmente, comecei a acreditar que ser jogador de futebol não era o meu destino. Tomei uma decisão: se não podia ser jogador, seria médico ortopedista do Cruzeiro.
Comecei então a estudar muito para passar no vestibular. Não foi fácil. Foram noites e noites em claro para conseguir ser aprovado. Comecei a fazer faculdade e no 5º período tive meu primeiro contato com a Ortopedia. Nesse momento, percebi que essa não era a área da qual eu realmente gostava.
Essa frustração, no entanto, abriu portas para um autoconhecimento profundo. Descobri que nem sempre é necessário conquistarmos grandes sonhos para alcançar a felicidade. O objetivo final nem sempre existe: o mais importante é o caminho que percorremos. Guimarães Rosa dizia: "O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem."
A partir de então, comecei a estudar mais sobre a felicidade e sobre a mente humana. Depois de muito estudo e observação, decidi fazer Psiquiatria.
Hoje sou casado com a Ana Angélica e pai da Yasmin e da Júlia. Sou feliz onde estou e por poder ajudar a viver uma vida mais tranquila e focada nas felicidades trazidas pelo caminho da vida.