Sobre Carla Kinsch

psiquiatra belo horizonte

Desde pequena desejava ser médica, mas um tipo diferente de médica, “não do corpo, mas da alma”
Apesar de amante da medicina em todas suas formas, decidiu seguir esse chamado se tornando psiquiatra – por uma medicina mais humana, mais próxima, mais capaz. Uma medicina de corpo e de alma.

Sempre cresci com um chamado e um desejo em ajudar o próximo. Entretanto, desde muito jovem, percebi que não adianta tratar a pressão alta, o diabetes, a artrite, se muitas vezes por trás há um sofrimento muito maior: o sofrimento psíquico, da alma.

Filha de pai e mãe psicólogos, sempre tive muita dúvida entre a medicina e a psicologia, tendo inclusive iniciado a minha formação em psicologia. Porém, acabei optando pela psiquiatria, um campo que julgo unir o melhor das duas profissões. O corpo e a mente estão conectados e vivem juntos, e entender e tratar essa relação holística é meu objetivo como psiquiatra.

Por isso, durante a faculdade, fiz estágio em todas as áreas da medicina, mesmo já sabendo que terminaria sendo psiquiatra, pois não existe psiquiatria sem a medicina como base, assim como não existe medicina sem o tratamento da mente em conjunto.

Após formada, fiz prova para residência em várias áreas do conhecimento, tendo passado entre os primeiros lugares em todas que prestei.

Assim, optei por iniciar clínica médica de forma a entender melhor o corpo, e só depois disso me senti apta a ir para a psiquiatria, onde fiz a minha residência e minha formação.

Hoje, amo a minha profissão e tenho como objetivo ajudar as pessoas a lidarem melhor com sentimentos que muitas vezes parecem confusos, errados, desconexos, mas muitas vezes são apenas o resultado de uma doença e um desequilíbrio químico que tem tratamento. A vida pode ser boa novamente. Digo isso baseado no grande mestre Carl Jung, que com muita propriedade afirmou que “só um médico que já foi ferido pode curar.