
Dr. Diego Tinoco Rodrigues — Médico Psiquiatra em Belo Horizonte
CRM-MG: 58241 | RQE: 37921 | Residência HC-UFMG
"Compromisso com uma psiquiatria ética, atenta e que respeita a singularidade de cada história."
Clínica Prazer em Viver
Hospital das Clínicas UFMG
Com atualização continuada (NEI, Harvard)
*Role para conhecer minha trajetória completa.
Ficha profissional
- Nome
- Diego Tinoco Rodrigues
- Profissão
- Médico psiquiatra
- Registro
- CRM-MG 58241 · RQE 37921 (Psiquiatria)
- Graduação
- Medicina — FASEH, 2012
- Residência médica
- Psiquiatria — Hospital das Clínicas da UFMG, 2017
- Atuação clínica
- TDAH em adultos, autismo (TEA) em adultos, AuDHD, depressão e transtornos de ansiedade
- Público atendido
- Adultos a partir de 18 anos. Atendimento particular
- Onde atende
- Av. dos Andradas 3323, sala 703, Santa Tereza, Belo Horizonte, e por telemedicina para todo o Brasil (CFM 2.314/2022)
- Também é
- Autor de Mesmo quem não fala muito tem muito a dizer (2026) e Quando o Mundo Parou (2024)
Na imprensa
Participações e entrevistas em veículos de comunicação e na imprensa médica. A lista completa fica em Na imprensa.
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Minha História
Olá! Meu nome é Diego Tinoco e neste espaço você vai conhecer mais sobre a pessoa responsável pelas postagens deste site. Vou lhe contar um pouco sobre mim e como cheguei à medicina e, então, à psiquiatria.
Eu nasci em 1987 na cidade de Curvelo, em Minas Gerais. Desde a infância, sempre fui muito esforçado, gostava de trabalhar e ganhar meu próprio dinheiro. Aos dez anos, eu ajudava meus pais em sua loja de roupas em Curvelo. Lembro-me muito das manhãs de trabalho aos sábados, seguidas pelas aulas de catecismo à tarde na Igreja da Bela Vista—bairro em que meus avós moram até hoje.
Além dos compromissos com o trabalho e a igreja, os sábados também eram dias de diversão. Era nesse dia que aconteciam as partidas de futebol com meus primos e amigos, das quais eu tanto gostava. Desde muito pequeno gostava do Cruzeiro e de ser goleiro. Com o passar do tempo, meu gosto pelo esporte aumentava e eu comecei a sonhar com o que a maioria dos meninos sonha: ser jogador de futebol profissional.
Comecei a treinar muito e a participar de vários campeonatos. Acordava de madrugada para viajar e jogar futebol em cidades próximas. O sonho e a vontade de jogar futebol eram muito fortes nessa época.
Aos 14 anos, já disputava o Campeonato Mineiro pelo Clube Maria Amália. Na última rodada, a surpresa: iríamos enfrentar o tão sonhado e admirado Cruzeiro. Essa era a minha oportunidade. Queria muito fazer uma bela partida, com belas defesas para, quem sabe, ser chamado para jogar no Cruzeiro.
Em certo momento da partida, um jogador cruzeirense chutou a bola bem de longe em direção ao meu gol. Lembro até hoje da bola vindo em minha direção. Eu não precisava pular nem mudar de posição. Bastava que eu colocasse as mãos para cima e defendesse a bola. Colequei as mãos para cima, mas a bola passou entre as minhas mãos e bateu no fundo da rede. Foi um verdadeiro “frango”.
Ainda era o primeiro tempo do jogo, e eu fiquei muito triste. A torcida me vaiava. Fui substituído ainda no intervalo. Desde aquele jogo, foquei meus esforços nos estudos. Feliz ou infelizmente, comecei a acreditar que ser jogador de futebol não era o meu destino. Tomei uma decisão: se não podia ser jogador, seria médico ortopedista do Cruzeiro.
Comecei então a estudar muito para passar no vestibular. Não foi fácil. Foram noites e noites em claro para conseguir ser aprovado. Comecei a fazer faculdade e no 5º período tive meu primeiro contato com a Ortopedia. Nesse momento, percebi que essa não era a área da qual eu realmente gostava.
Essa frustração, no entanto, abriu portas para um autoconhecimento profundo. Descobri que nem sempre é necessário conquistarmos grandes sonhos para alcançar a felicidade. O objetivo final nem sempre existe: o mais importante é o caminho que percorremos. Guimarães Rosa dizia: "O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem."
A partir de então, comecei a estudar mais sobre a felicidade e sobre a mente humana. Depois de muito estudo e observação, decidi fazer Psiquiatria.
Hoje sou casado com a Ana Angélica e pai da Yasmin e da Júlia. Sou feliz onde estou e por poder ajudar a viver uma vida mais tranquila e focada nas felicidades trazidas pelo caminho da vida.
Escrever virou parte disso. Muito do que ouço no consultório não cabe em linguagem clínica — e foi para o que sobra que escrevi Mesmo quem não fala muito tem muito a dizer, sobre silêncio, sensibilidade e o intervalo entre o que se vive por dentro e o que aparece por fora. É texto autoral, não material clínico.
Perguntas frequentes sobre o médico
- Quem é o Dr. Diego Tinoco Rodrigues?
- Médico psiquiatra, CRM-MG 58241 e RQE 37921. Graduou-se em Medicina pela FASEH em 2012 e concluiu residência médica em Psiquiatria pelo Hospital das Clínicas da UFMG em 2017. Atende adultos em consultório no bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte, e por telemedicina para todo o Brasil. É autor de dois livros e do projeto editorial Quem Não Fala Muito.
- Ele avalia TDAH em adultos?
- Sim. A avaliação de TDAH em adultos é clínica: entrevista detalhada, história desde a infância e verificação de prejuízo em mais de um contexto de vida, segundo os critérios do DSM-5-TR. Escalas como a ASRS-18 apoiam a triagem. Pode ser feita presencialmente em Belo Horizonte ou por telemedicina.
- Psiquiatra pode diagnosticar autismo em adultos?
- Sim. O diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista é ato médico e pode ser feito por psiquiatra ou neurologista. A avaliação se apoia em entrevista sobre o desenvolvimento, observação clínica e, quando disponível, relato de alguém que conheceu a pessoa na infância.
- Preciso de avaliação neuropsicológica para ter o diagnóstico?
- Não é um pré-requisito, nem para TDAH nem para autismo. Diagnóstico clínico e avaliação neuropsicológica são procedimentos complementares, com escopos distintos: o primeiro estabelece a hipótese diagnóstica, o segundo descreve o perfil de funcionamento cognitivo. A indicação de uma avaliação neuropsicológica é discutida caso a caso.
- Onde fica o consultório e quais são os horários?
- Av. dos Andradas, 3323, sala 703, bairro Santa Tereza, Belo Horizonte, MG. O atendimento presencial é de segunda a sexta, das 8h às 16h.
- Atende crianças, adolescentes ou convênio?
- Não. O atendimento é exclusivo para adultos, a partir de 18 anos, e exclusivamente particular. Transtorno bipolar, TOC, esquizofrenia e dependência química não são o foco do consultório: são avaliados caso a caso e encaminhados quando exigem serviço ou programa especializado.
Dúvidas sobre a consulta, valores e telemedicina estão em perguntas frequentes.