Reflexões sobre saúde mental, neurociência e comportamento.

O que se diz a uma pessoa com TDAH molda como ela se enxerga. Frases comuns, o efeito que produzem e alternativas que ajudam sem infantilizar.

Estudos populacionais associam o tratamento medicamentoso do TDAH a menor risco de desfechos graves. O que isso significa — e o que ainda não está estabelecido.

A terapia comportamental dialética foi criada para outro quadro, mas vem sendo estudada no TDAH adulto por trabalhar diretamente a desregulação emocional.

A distração no TDAH tem explicação neurobiológica: envolve redes cerebrais que regulam atenção e motivação — não falta de esforço ou de interesse.

Por que a saúde mental merece cuidado ativo e quais práticas têm respaldo na literatura — do sono e da atividade física à busca de ajuda profissional.

Cinco crenças comuns sobre saúde mental que atrasam o cuidado — do estigma da violência à ideia de que depressão é escolha — e o que a evidência mostra.

Os critérios descrevem o quadro; o cotidiano mostra outra coisa. Como a depressão aparece no dia a dia — no corpo, no trabalho e nas relações.

Timidez é traço de personalidade; ansiedade social é quadro clínico com critérios próprios. O que separa os dois é o prejuízo, não a quantidade de fala.

Ansiedade social no adulto vai além do constrangimento: envolve medo persistente de avaliação, evitação e prejuízo — e tem tratamento bem estabelecido.

Reconhecer-se em sintomas não é diagnóstico. O que a avaliação de TDAH no adulto examina, e por que a história de vida pesa mais que qualquer lista.

O TDAH não é invenção recente: a primeira descrição clínica é de mais de dois séculos atrás. Como o conceito mudou até chegar aos manuais atuais.

Cinco dificuldades frequentes no TDAH adulto — e o que há por trás delas no funcionamento executivo, além do rótulo de desorganização.