Blog & Artigos
Reflexões sobre saúde mental, neurociência e comportamento.

Psicodélicos na adolescência: riscos, mitos e evidência atual

Experiências adversas na infância (ACEs): impacto na saúde adulta

Como falar (e como não falar) com quem tem TDAH

Tratamento de TDAH e mortalidade: o estudo sueco (Li 2024 JAMA)

Terapia Comportamental Dialética (DBT) para TDAH no adulto

Por que adultos com TDAH se distraem: explicação neurobiológica

Remédios para TDAH e segurança em jovens: estudo de Quebec

Por que cuidar da saúde mental: dados e razões clínicas

O que faz um psiquiatra: formação, escopo e quando procurar

Desvendando os Maiores Mitos Sobre Saúde Mental: A Verdade Por Trás do Estigma

Como vive uma pessoa com depressão: sintomas e tratamento

Timidez vs. Fobia Social: qual a diferença? (DSM-5-TR + ciência atual)
Timidez é traço de personalidade; fobia social (Transtorno de Ansiedade Social) é condição clínica diagnosticável pelo DSM-5-TR e CID-11 (código 6B04), com prevalência ao longo da vida estimada em 12,1% (Ruscio 2008). Este texto explica a diferença com clareza, critérios diagnósticos completos, sintomas físicos e comportamentais, tratamento de primeira linha (TCC com exposição + ISRS quando indicado), e quando procurar avaliação — com referências peer-reviewed.

Ansiedade social em adultos: diagnóstico, sintomas e tratamento

Como saber se tenho TDAH? Critérios DSM-5-TR para diagnóstico em adultos e crianças
Reconhecer-se em sintomas não equivale a diagnóstico. O TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) é uma condição clínica do neurodesenvolvimento — código 6A05 na CID-11. Este texto detalha os critérios atuais do DSM-5-TR (2022) para crianças e adultos, prevalência atualizada (5–7% crianças; 4,6% adultos — Song 2021), três apresentações, causas, instrumentos de triagem como ASRS, comorbidades e como o diagnóstico é feito.

História do TDAH: dos primeiros relatos clínicos ao DSM-5-TR

TDAH no adulto: 5 dificuldades comuns no dia a dia

A importância da saúde mental no trabalho — NR-1, burnout e CID-11
Saúde mental no trabalho ganhou centralidade com a atualização da NR-1 (Ministério do Trabalho, vigência 2025) que tornou obrigatório o gerenciamento de riscos psicossociais, e com o reconhecimento do burnout como fenômeno ocupacional pela CID-11 (QD85). Este texto explica o que a nova regulamentação exige das empresas, os principais quadros (ansiedade, depressão, burnout), sinais de alerta individuais e organizacionais, e o que trabalhadores e organizações podem fazer.

Como cuidar da saúde mental: 7 práticas com evidência

O que é depressão? Sintomas, causas e diagnóstico segundo o DSM-5-TR
A depressão (Transtorno Depressivo Maior pelo DSM-5-TR) é uma condição clínica de humor persistentemente deprimido ou perda de prazer, com sintomas cognitivos, emocionais e físicos por pelo menos duas semanas. Este texto explica como diferenciar de tristeza, por que não é "frescura", os sintomas além da tristeza, como o cérebro é afetado, e quando procurar ajuda — com referências e canais de crise.

Síndrome do pânico: sintomas, diagnóstico e tratamento

Por que não consigo dormir? Insônia: causas e tratamento

Tratamento da Depressão: Caminhos Baseados em Evidência
Depressão maior tem tratamento eficaz. Este texto resume, em linguagem direta, os caminhos terapêuticos consolidados na ciência atual: avaliação clínica, psicoterapia (TCC, TIP, MBCT), medicação (ISRS e outras classes), opções para casos resistentes (esketamina, rTMS, ECT) e mudanças no estilo de vida — com referências e canais de ajuda em crise.

TDAH em adultos existe? O que a ciência atual mostra (DSM-5-TR)
Sim — 60% das crianças com TDAH mantêm o quadro na vida adulta, e a prevalência de TDAH adulto persistente é estimada em ~4,6% (Song 2021). Muitos só descobrem agora porque mascararam ou compensaram na infância. Este texto explica como o TDAH se manifesta em adultos (desatenção, inquietude interna, impulsividade, desregulação emocional), por que hiperfoco não exclui o diagnóstico, comorbidades, opções de tratamento aprovadas no Brasil e quando buscar avaliação.

Como lidar com a ansiedade do dia a dia — estratégias com base científica
Quase todas as pessoas sentem ansiedade às vezes — o problema é quando ela passa a custar caro em energia, sono e qualidade das interações. Este texto apresenta seis estratégias diárias com base científica para regular a ansiedade comum: respiração lenta (Zaccaro 2018), atividade física regular (Stubbs 2017), higiene do sono, mindfulness (Goyal 2014 JAMA Intern Med), reestruturação cognitiva básica e atenção ao consumo de cafeína/álcool/telas. Inclui o que costuma não ajudar e quando buscar avaliação clínica.

Por que tantas pessoas têm ansiedade hoje? Epidemiologia e fatores de risco
Cerca de 28,8% das pessoas terão algum transtorno de ansiedade ao longo da vida (Kessler 2005); em São Paulo, 19,9% (Andrade 2012). Este texto explica por que os números são tão altos, fatores de risco (genéticos com herdabilidade ~30-40% segundo Hettema 2001, temperamentais, ambientais), o contexto contemporâneo (hiperconexão, comparação social, sobrecarga cognitiva), e quando procurar avaliação.

O que é transtorno de ansiedade? Tipos, sintomas e tratamento (DSM-5-TR + CID-11)
Os transtornos de ansiedade são as condições psiquiátricas mais prevalentes em adultos no mundo (28–34% ao longo da vida, Kessler 2012). Este texto-pilar explica como diferenciar ansiedade normal de patológica, lista os principais transtornos do DSM-5-TR e CID-11 (TAG, pânico, agorafobia, TAS, fobias específicas, separação, mutismo seletivo, induzido por substância), apresenta o que há em comum entre eles, e resume o tratamento de primeira linha (TCC + ISRS) baseado em meta-análises.