Reflexões sobre saúde mental, neurociência e comportamento.

O que sabemos sobre uso de psicodélicos por adolescentes — risco de bad trips, HPPD, desencadeamento psicótico — e por que o cérebro em desenvolvimento muda o cálculo de risco-benefício.

O estudo de Felitti (1998) e o conceito de ACEs: quais experiências contam, efeito dose-resposta sobre saúde mental e física adulta, e por que não é determinismo.

Frases comuns ditas a pessoas com TDAH e seus efeitos na autoestima — com alternativas baseadas em parent management training e psicoeducação familiar.

Estudo de coorte populacional com 148.578 pessoas mostra redução significativa de mortalidade em quem inicia tratamento medicamentoso para TDAH. Contexto, limitações e implicações clínicas.

A DBT (Linehan) tem evidência crescente para TDAH adulto com desregulação emocional. Os 4 módulos (mindfulness, tolerância, regulação, interpessoal) e o que esperar do processo.

O que a neurociência mostra sobre o TDAH adulto: três sistemas neurais (frontoestriatal, dopaminérgico, default mode network), como o tratamento medicamentoso atua e estratégias práticas.

Estudo de coorte populacional publicado em 2024 reforça que o tratamento farmacológico do TDAH reduz mortalidade e lesões em jovens. Contexto, limitações e implicações clínicas.

Por que saúde mental merece ser prioridade — dados globais e brasileiros, fatores que afetam o bem-estar e razões clínicas para incluir esse cuidado na rotina.

Formação do psiquiatra no Brasil (Medicina + residência + RQE), o que está dentro e fora do escopo, diferença para psicólogo/neurologista, e quando faz sentido procurar.

Diego Tinoco aborda cinco mitos comuns sobre saúde mental, como a ideia errônea de que transtornos mentais estão ligados à violência ou que a depressão é uma escolha. Utilizando dados científicos, ele desmantela essas falsas noções e destaca a importância de tratamentos psiquiátricos bem fundamentados, o papel crucial do diagnóstico precoce em crianças, e a interligação entre saúde mental e física. A intenção é educar o público e romper o estigma em torno dos problemas de saúde mental.

Como o transtorno depressivo maior se manifesta no dia a dia, critérios DSM-5-TR e CID-11, e os tratamentos com base em evidência (medicação, TCC, exercício).

Timidez é traço de personalidade; fobia social (Transtorno de Ansiedade Social) é condição clínica diagnosticável pelo DSM-5-TR e CID-11 (código 6B04), com prevalência ao longo da vida estimada em 12,1% (Ruscio 2008). Este texto explica a diferença com clareza, critérios diagnósticos completos, sintomas físicos e comportamentais, tratamento de primeira linha (TCC com exposição + ISRS quando indicado), e quando procurar avaliação — com referências peer-reviewed.