Tecnologia
Tecnologia que devolve tempo à conversa
Software em saúde não cuida de ninguém. O que ele pode fazer é tirar do caminho o que consome o tempo que deveria ser da pessoa à frente. Essa é a régua que uso nos três projetos abaixo — e o motivo de eu ter começado a construí-los em vez de só reclamar deles.
Para quem atende
CliniqMais
Prontuário eletrônico pensado para saúde mental. Nasceu de um incômodo concreto: sistemas clínicos que exigem mais atenção do médico do que a pessoa sentada à frente dele. Existe porque a prática pediu.
Por que existe →Para quem acompanha o próprio humor
Emociona.ai
Diário emocional com registro de humor ao longo do tempo. É ferramenta de autorregistro — organiza o que a pessoa observa em si mesma para que isso chegue melhor à consulta. Não avalia, não diagnostica e não substitui cuidado profissional.
Conhecer o Emociona.ai →Para quem procura recursos
Portal Neurodivergente
Hub de recursos e comunidade em torno de TDAH e autismo. A informação boa sobre neurodivergência existe, mas está espalhada e em inglês; reunir e traduzir isso é trabalho que alguém precisa fazer.
Conhecer o Portal →Onde eu paro
Nenhuma dessas ferramentas avalia, diagnostica ou trata. É uma fronteira que escolhi e pretendo manter: um aplicativo pode ajudar alguém a observar o próprio funcionamento e a organizar o que levar para a consulta — não pode ocupar o lugar dela. Quando um produto de saúde promete substituir avaliação profissional, ele deixou de ser ferramenta.
Do lado de quem atende, a mesma régua: um sistema que exige mais atenção do profissional do que o paciente à frente falhou no que se propunha, por mais completo que seja o catálogo de funcionalidades.
O raciocínio por trás dos três eixos — clínica, escrita e tecnologia — está no manifesto. Se você chegou aqui procurando atendimento, o caminho é a primeira consulta.
Última revisão: 25 de julho de 2026.