Escrita
O que não cabe na consulta
Escrevo para compreender. Aqui ficam três coisas diferentes: os ensaios, texto em primeira pessoa sobre a prática; os livros, que dão forma ao que a linguagem clínica não alcança; e a biblioteca, a curadoria de leituras que sustenta os dois. Os artigos com evidência científica ficam em outro lugar — no blog, porque são outro tipo de texto.
Ensaios
3 publicadosTexto ensaístico, em primeira pessoa, sobre o que a prática clínica levanta e a literatura técnica não responde. Não têm DOI nem revisão de literatura — não é o que eles se propõem a ser. São argumento.
Compreender é diferente de explicar
Sobre o conforto e o preço de reduzir uma experiência ao seu mecanismo
O elogio errado ao silêncio
Quietude não é virtude nem defeito — a pergunta é o que ela custa
O diagnóstico chega depois da pessoa
Sobre a diferença entre nomear um padrão e definir alguém
Livros
Mesmo quem não fala muito tem muito a dizer e Quando o Mundo Parou. Livro tem uma liberdade que artigo não tem: pode ficar na dúvida, pode usar imagem em vez de critério, pode terminar sem conclusão. É por isso que existem — não para divulgar o consultório, mas para dizer o que não cabe em linguagem clínica.
Biblioteca
20 livros de outros autores, em prateleiras temáticas — coragem, estoicismo, sentido, vínculos, funcionamento da mente. Cada um com o que a obra é e por que ela conversa com o trabalho clínico. É a lista mais honesta que existe sobre de onde vêm as ideias daqui.
Se você procura informação clínica com referências verificáveis, o lugar é o blog — e as fontes estão todas abertas na biblioteca de evidências. O porquê de escrever, no manifesto.
Última revisão: 25 de julho de 2026.