Reflexões sobre saúde mental, neurociência e comportamento.

Alguns quadros depressivos voltam sempre na mesma estação e melhoram quando ela passa. O que caracteriza o padrão sazonal, como ele é reconhecido, o que a fototerapia pode oferecer e como diferenciar de desânimo passageiro.

Perceber que algo está errado sem conseguir dizer o que se sente tem nome: alexitimia. O que ela é, o que não é, por que aparece com frequência junto do autismo e como se relaciona com depressão e ansiedade.

Encontrar a frase certa quando o momento já passou tem pelo menos três origens diferentes — e cada uma pede uma conduta diferente. Como distinguir ritmo de elaboração, variabilidade da atenção e ruminação depois do evento.

A alta sensibilidade é um traço descrito pela psicologia da personalidade, não um diagnóstico. O que a pesquisa sustenta, onde a fronteira com autismo e TDAH continua em aberto e o que de fato muda a conduta.

Primeiras impressões se formam em segundos e a partir do estilo, não do conteúdo. O que a pesquisa sobre julgamentos rápidos e sobre dupla empatia mostra a quem passou a vida sendo mal interpretado.

A fala aparece em alguns contextos e falha em outros, de forma consistente. Por que o quadro é quase sempre descrito na infância, o que o diferencia de timidez e de ansiedade social, e o que se sabe sobre a vida adulta.

Falar pouco vira suspeita clínica com facilidade. O que a introversão é na estrutura da personalidade, por que não consta como diagnóstico, e como distingui-la de ansiedade social, depressão e autismo.

Nem toda comunicação passa pela fala espontânea, e nem sempre a fala está disponível. O que são fala intermitente e comunicação aumentativa no adulto, o que isso não é, e o que ajuda de fato.

Inibição, memória de trabalho e alternância — três processos correlacionados e distintos entre si. O que a expressão significa quando aparece num laudo, o que ela não é, e como isso se relaciona com TDAH e autismo.

Uma é o sentimento doloroso da lacuna entre o convívio desejado e o real; a outra é a falta objetiva de vínculos. Dá para ter uma sem a outra.

A expressão pegou porque descreve uma experiência comum: o tempo que não é sentido enquanto passa. O que os estudos em adultos encontram, o que não encontram, por que não é desculpa nem preguiça e o que costuma ajudar no dia a dia.

Adiar o que a própria pessoa decidiu fazer tem explicação melhor do que falta de vontade. O que a pesquisa mede quando fala em desconto por atraso, onde ela encontra ligação com o TDAH, onde a evidência ainda é fina e o que costuma ajudar no dia a dia.