Blog de saúde mental: TDAH, autismo, ansiedade e depressão
Reflexões sobre saúde mental, neurociência e comportamento.

Funções executivas: o que são e por que o nome não ajuda
Inibição, memória de trabalho e alternância — três processos correlacionados e distintos entre si. O que a expressão significa quando aparece num laudo, o que ela não é, e como isso se relaciona com TDAH e autismo.

Solidão e isolamento social não são a mesma coisa
Uma é o sentimento doloroso da lacuna entre o convívio desejado e o real; a outra é a falta objetiva de vínculos. Dá para ter uma sem a outra.

Percepção do tempo no TDAH: o que "time blindness" descreve e o que a pesquisa mede
A expressão pegou porque descreve uma experiência comum: o tempo que não é sentido enquanto passa. O que os estudos em adultos encontram, o que não encontram, por que não é desculpa nem preguiça e o que costuma ajudar no dia a dia.

Procrastinação e TDAH: o que o desconto por atraso ajuda a explicar
Adiar o que a própria pessoa decidiu fazer tem explicação melhor do que falta de vontade. O que a pesquisa mede quando fala em desconto por atraso, onde ela encontra ligação com o TDAH, onde a evidência ainda é fina e o que costuma ajudar no dia a dia.

Stimming em adultos: autorregulação, não "mania"
Balançar, girar um objeto, repetir um som. O que adultos autistas dizem que esses movimentos fazem por eles, o que a pesquisa registrou quando perguntou em primeira pessoa e por que pedir para parar costuma custar mais do que parece.

Transtorno de ansiedade generalizada: quando a preocupação não desliga
A preocupação que não se prende a um assunto e não termina quando o motivo passa tem descrição clínica própria. O que o manual diagnóstico exige para nomear o quadro, onde ele encosta em pânico, ansiedade social e TDAH, e o que a comparação entre tratamentos medicamentosos mostrou.

Exercício físico e saúde mental: o que a evidência mostra, sem exagero
A recomendação de se exercitar circula tanto que virou lugar-comum — e o lugar-comum esconde o que os estudos realmente mediram. O que as revisões encontram para sintomas de depressão e de ansiedade, contra o que esses resultados foram comparados, e por que a qualidade da evidência pede cautela.

Autismo e trabalho: as adaptações que a pesquisa descreve
Boa parte do que se pesquisou sobre autismo e trabalho olhou para como preparar a pessoa, e quase nada para como o ambiente está montado. O que as revisões descrevem sobre fatores de contexto, que ajustes costumam estar em jogo num pedido de adaptação e onde a evidência ainda é limitada.

Rotina e previsibilidade no autismo adulto: o que a intolerância à incerteza descreve
Saber o que vem depois muda o dia inteiro — e a pesquisa tem um nome para o que está por trás dessa preferência. O que a revisão sobre intolerância à incerteza no autismo encontrou, o que ela não mede e o que costuma ajudar quando o imprevisto chega.

TDAH no trabalho: estratégias, acomodações e o que a pesquisa sustenta
A maior parte do que se estudou sobre TDAH e trabalho olhou para o tratamento da pessoa, e pouco para o lugar onde o trabalho acontece. O que a revisão sistemática sustenta, que estratégias circulam sem terem sido testadas nesse contexto e por que contar ou não contar no emprego é uma decisão à parte.

Interocepção: o sentido interno que ajuda a organizar as emoções
Perceber o que acontece dentro do corpo — batimento, respiração, fome, tensão — tem nome e tem pesquisa. O que a interocepção ajuda a explicar sobre emoção, ansiedade e autismo, por que acertar o sinal e sentir que percebe o sinal são medidas diferentes, e o que ainda não dá para afirmar.

Anedonia: quando o prazer some — e o que exatamente some
Perder o prazer descreve menos do que parece. A pesquisa separa facetas diferentes — querer, se esforçar, antecipar e sentir no momento — que podem não andar juntas. O que o termo nomeia, como se tenta medir e por que a distinção muda a conversa na consulta.